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11 de Novembro | Lançamento República do Vírus

“– Estamos a começar a destapar este enredo anti nosso país. Começámos por pegar a cabeça da serpente. Parte do corpo ainda se encontra fora do nosso controlo e os serviços judiciais e judiciários estão atentos às suas movimentações. Não vamos regressar às trincheiras, nem tolerar mais flagelamentos contra o nosso amado país. Quem nada tem a temer, pode regressar descansadamente. Mas os que beliscaram os pilares da soberania, do bem-estar e do erário público, estes devem temer, pois a sua detenção vai acontecer tal qual a que acabámos de testemunhar: à saída do avião, já a partir daqui, do Aeroporto Internacional de Giba.”

 António Quino, in República do Vírus

Sobre o Autor:

António Quino nasceu, cresceu, estudou, trabalhou e trabalha em Angola.

Jornalista, escritor, pedagogo, António Quino é licenciado em Ciên­cias da Educação, Mestre em Ensino de Literaturas em Lín­gua Portuguesa (pela Universidade Agostinho Neto) e Doutorando pela Universidade do Minho, em Portugal. Possui ainda o curso de Comunicação Social ministrado a jornalistas dos PALOP pela Universidade Católica de Lisboa. Tem o curso de Literatura Comparada organizado pela Associação Brasileira de Literatura Comparada.

Professor convidado da Universidade de Roma Tre (Itália), trabalhou em várias títulos angolanos como o Folha 8, Semanário Angolense e Rádio Nacional de Angola, tendo colaborado ainda em jornais como A Capital, Jornal dos Desportos e Jornal de Angola. É Cronista do Jornal O País, do Cultura – Jornal de Artes e Le­tras e do Mensário Chá.

Recebeu a Menção Honrosa do concurso da secção angolana do Instituto de Imprensa da África Austral (MISA-ANGOLA), em 1998.

É au­tor das obras “Duas faces da esperança: Agostinho Neto e António Nobre num estudo comparado” e organi­zador da antologia “Conversas de homens no conto angolano”, obra reeditada em Por­tugal com o título “Balada de homens que sonham” (2011), traduzida posteriormente em Hebraico, Espanhol e Italiano.

Foi assessor de imprensa da Coligação para os Direitos dos Seropositivos e trabalhou no Gabinete de Comunicação e Imagem da Polícia Nacional de Angola.

Tem textos publicados em Angola, África do Sul e em Portugal, e em revistas eletrónicas, nomeadamente Cronópios e TriploV

É Membro do secretariado da Kulonga, revista de ciências da educação e estudos multidisciplinares do ISCED-Luanda e Membro do Conselho editorial da Maka, revista de Literatura & Artes, da União dos Escritores Angolanos.

Actualmente, é docente no Instituto Superior de Ciências da Educação de Lu­anda (ISCED) e Director Provincial da Educação, Ciência e Tecnologia do Bengo.

Respira Luanda desde 03 de Agosto de 1971, ano em que nasceu. É autor da obra “República do vírus”, que agora lança.

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República do Vírus | António Quino

Sinopse

Criar é um caminho para definir a arte. Politizar é um caminho para definir os Homens. É na homenagem à arte dos Homens em sociedade que uma República se eleva. Não das sombras, mas do caos do poder, no anseio de voar nas nuvens do poder, no receio de naufragar nas ondas do poder.

República do Vírus é esse mundo e outros que cada um de nós procura descobrir num território já conhecido, com políticos conhecidos, habitado por nós, seres que têm diante de si um político à Zuão Xipululu. Para políticos, anseios e medos, ou medos e anseios. Que diferença? Aliás, República do Vírus não deve ser apenas uma estória pois, virtualmente, são luzes sobre vivências em que cada um, leitor, personagem ou actor, se pode (re)encontrar ou rever.

Formato: 15,5*23,5
Páginas: 72
ISBN: 9789804718021
Chancela: TEXTO EDITORES ANGOLA
PVP: 17,90€
Edição: Maio 2015
Tiragem: 1000 exemplares

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